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Posts do blog (12)

  • Santa Messa I Bravissimi

    As Missas em Italiano tiveram início desde a criação da I Bravissimi. Eram celebradas pelo padre Vitor, um dos fundadores da Associação. Durante a pandemia tivemos que interromper as celebrações, mas agora voltamos a realizar as Missas em língua italiana aos terceiros domingos às 11 h da manhã. A primeira será no dia 21 de agosto!

  • Gnocchi della Fortuna

    Conheça a história e a tradição por traz dessa data Você sabia que o nhoque é uma das massas mais antigas da culinária italiana? É comum atribuir essa tradição à Itália, mas será que os italianos são os responsáveis por sua criação? O que se sabe é que o nhoque tem origem incerta. São produzidos e consumidos há muito tempo e estão presentes nas mesas italianas desde tempos imemoriáveis. Geralmente, os nhoques são feitos de batata, porém existem outras variações, como de abóbora, de ricota ou só com água e farinha. Também existem os de sêmola, mandioca, ervilha, feijão e até de castanhas, as possibilidades são inúmeras. Isso sem falar nos molhos. Além da diversidade dos nhoques, existem alguns hábitos relacionados a eles, como consumi-los durante o Carnaval. Em Verona, é servido com tomate, manteiga e sálvia na sexta-feira, o chamado “Venerdì Gnocolàr”. Em Castel Goffredo, na província de Mantova, o rei mascarado do Carnaval, o Re Gnocco, oferece nhoque e vinho aos seus “súditos” também na sexta-feira. No entanto, para muitos, o nhoque é muito mais que um prato italiano delicioso. Ele é sinônimo de tradição, sorte e fartura. Esse prato pode trazer sorte e muita fortuna para aqueles que o consomem todo dia 29. História O famoso nhoque da fortuna, também chamado de gnocchi della fortuna, é uma lenda muito antiga, mas que até os dias de hoje muitas pessoas a seguem. Reza a lenda que no século IV, exatamente num dia 29, um jovem médico recém-convertido ao cristianismo, chamado de São Pantaleão, vestido de andarilho, percorria as ruas de um vilarejo na Itália, faminto, bateu à porta de uma casa pedindo comida. A família era grande, humilde e não tinha muita comida para oferecer, mas mesmo assim convidaram o santo católico para entrar e comer junto à mesa. A comida era nada mais nada menos que nhoque, porém haviam poucos para servir, então cada um recebeu sete nhoques. Assim que o São Pantaleão terminou de comer, ele agradeceu, disse que a família teria um ano excelente na colheita e na pesca e depois seguiu seu caminho. Contudo, para a surpresa da família, o suposto andarilho havia deixado moedas de ouro debaixo do prato como forma de agradecimento pela refeição. Dessa forma, a refeição de nhoque no dia 29 de todos os meses se tornou uma verdadeira tradição italiana. Para a simpatia “dar certo”, a tradição mantida desde o século IV precisa ser seguida. Vamos ao ritual então: antes de comer, deve-se colocar uma nota de qualquer valor sob o prato e comer os sete primeiros gnocchi em pé fazendo um pedido. Ao terminar a refeição, a nota deve ser guardada até o dia 29 do outro mês e repetir a ação, para que assim haja prosperidade eterna na sua casa. Portanto, seja uma tradição italiana ou não, já é uma grande sorte degustar uma boa travessa de gnocchi, digna de ser comemorada. Participe do encontro on-line "Italiano in cucina"

  • Bella Ciao & Festa della Liberazione

    Conheça a história por trás do hino da resistência A canção Bella Ciao se associa ao período da Segunda Guerra Mundial e é considerada por muitos como o hino dos soldados italianos de guerrilha da Resistência ao nazifascismo. Recentemente, a composição Bella Ciao tem sido empregada no contexto do entretenimento, por exemplo, com sua forte difusão por meio da série televisiva espanhola A Casa de Papel. Bella Ciao se faz presente também em manifestações políticas e na publicidade, com diversas versões em vários países. Porém, pouco se conhece sobre os sentidos e as origens de Bella Ciao, as quais são difíceis de se recuperar. Em 2008, foi publicado um artigo, no jornal italiano La Repubblica, em que se conta que o engenheiro italiano Fausto Giovannardi, em viagem a Paris, em 2006, comprou um CD intitulado Klezmer - Yiddish swing music e identificou, nesse CD a canção Oi Oi di Koilen, a qual foi gravada em 1919, em Nova Iorque. A canção foi executada por um cigano cristão acordeonista nos Estados Unidos. Ao ouvir essa gravação da cultura iídiche, o engenheiro Giovannardi identificou semelhanças com a melodia de Bella Ciao. Surgiram, então, indagacões como: quais seriam as relações entre a canção gravada em Nova Iorque em 1919 e a Bella Ciao entoada na Itália em algumas regiões da Itália durante a segunda guerra mundial? Questões como essa continuam sem respostas definitivas. Por meio dos estudos do pesquisador italiano Cesare Bermani, sabemos que Bella ciao era adotada, em 1944, por uma das brigadas da resistência, a chamada Brigada Maiella. Bella Ciao circulava, segundo o estudioso, não por toda a Itália, mas especificamente pela região da Emília Romanha, com letras diferentes, porém sempre com a mesma melodia. Ainda sobre as hipóteses relacionadas às origens de Bella ciao, o antropólogo italiano Alberto Mario Cirese, estudioso das artes populares, apontou que a canção seria derivada de outro canto narrativo popular, entoado nos arrozais padâneos e intitulado Fior di Tomba II, cujo primeiro verso é: “Stamattina mi son svegliata” (“Esta manhã, acordei”), semelhante ao verso inicial de Bella ciao. Porém, é curioso notar que em Fior di Tomba II o eu-lírico é feminino diferentemente do eu-lírico da letra de Bella Ciao. A letra de Fior di Tomba II narra o sofrimento de uma mulher traída por seu amado. Já na letra de Bella Ciao, é o homem que teme ser levado pelo inimigo de guerra quem canta adeus à mulher amada. Sobre o emprego de Bella ciao pela Resistência italiana, sabe-se que a canção foi considerada, de fato, como “hino” contra o nazifascismo somente cerca de vinte anos após o fim da Segunda Guerra Mundial. Bella ciao se consagrou, em 1964, no Festival Dei due Mondi (Festival dos dois mundos), na cidade de Spoleto, na Úmbria, região da Itália Central. A história sobre as origens de Bella ciao é extensa e gera muitas especulações. Apresentamos apenas alguns dos principais dados bibliográficos sobre a longa história dessa bela canção folclórica que tem forte presença na cultura italiana até os dias de hoje e gerou também variadas versões brasileiras. Vale sempre entoarmos esse belíssimo canto em defesa da liberdade! Texto: Professora Denise Durante Una mattina mi son svegliato, oh bella, ciao! Bella, ciao! Bella, ciao, ciao, ciao! Una mattina mi son svegliato e ho trovato l’invasor. O partigiano, portami via, o bella, ciao! Bella, ciao! Bella, ciao, ciao, ciao! O partigiano, portami via, ché mi sento di morir. E se io muoio da partigiano, o bella, ciao! Bella, ciao! Bella, ciao, ciao, ciao! E se io muoio da partigiano, tu mi devi seppellir. E seppellire lassù in montagna, o bella, ciao! Bella, ciao! Bella, ciao, ciao, ciao! E seppellire lassù in montagna sotto l’ombra di un bel fior. E le genti che passeranno o bella, ciao! Bella, ciao! Bella, ciao, ciao, ciao! E le genti che passeranno Ti diranno “Che bel fior!”. “È questo il fiore del partigiano”, o bella, ciao! Bella, ciao! Bella, ciao, ciao, ciao! “È questo il fiore del partigiano morto per la libertà!”. Canção de1919, Nova York. 📜 Aprile 1945 Dino Buzzati Ecco, la guerra è finita. Si è fatto silenzio sull’Europa. E sui mari intorno ricominciano di notte a navigare i lumi. Dal letto dove sono disteso posso finalmente guardare le stelle. Come siamo felici. A metà del pranzo la mamma si è messa improvvisamente a piangere per la gioia, nessuno era più capace di andare avanti a parlare. Che da stasera la gente ricominci a essere buona? Spari di gioia per le vie, finestre accese a sterminio, tutti sono diventati pazzi, ridono, si abbracciano, i più duri tipi dicono strane parole dimenticate. Felicità su tutto il mondo è pace! Infatti quante cose orribili passate per sempre. Non udremo più misteriosi schianti nella notte che gelano il sangue e al rombo ansimante dei motori le case non saranno mai più cosi ‘ immobili e nere. Non arriveranno più piccoli biglietti colorati con sentenze fatali, Non più al davanzale per ore, mesi, anni, aspettando lui che ritorni. Non più le Moire lanciate sul mondo a prendere uno qua uno là senza preavviso, e sentirle perennemente nell’aria, notte e dì, capricciose tiranne. Non più, non più, ecco tutto; Dio come siamo felici

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  • Projetos | ibravissimilondrina

    Londrix O Londrinense Ideia Delas Folha de Londrina

  • Eventos | ibravissimilondrina

    Eventos Confira os registros de eventos passados e novidades que ainda estão por vir! E aproveite! Não deixe de participar e fazer parte da história da I Bravissimi. 1/5 Exposição Paisagens Aproximadas Confira os cliques do primeiro dia da exposição Paisagens Aproximadas, que aconteceu no dia 21 de outubro de 2022 na Hangar 43, Av. Maringá 1750, Londrina/PR. Santa Messa I Bravissimi No dia 16 de outubro de 2022, tivemos mais uma missa presencial em italiano, no Santuário Eucarístico Mariano, em Londrina – PR. 1/2 Italiano na Uel No dia 10 de Novembro de 2022, realizamos um workshop de italiano na UEL - Universidade Estadual de Londrina. 1/14 1/12 Chacchiere Ravenna No dia 11 de Novembro de 2022, tivemos nosso Chiacchiere sobre a beleza de Ravenna e seus mosaicos, com a presença do frade capuchinho Frei Sidney Damasio Machado no espaço Sicredi Dexis, em Londrina - Paraná. 1/22 Jantar Italiano No dia 7 de setembro de 2022, a I Bravissimi promoveu mais um jantar especial para os amantes da cultura e língua italiana! Santa Messa I Bravissimi No dia 21 de agosto de 2022, tivemos o retorno da nossa missa presencial em italiano, no Santuário Eucarístico Mariano, em Londrina – PR. 1/26 Gnocchi della fortuna No dia 29 de julho de 2022, tivemos nosso jantar em comemoração ao nhoque della fortuna.

  • Cultura Italiana | Ibravissimilondrina.org

    APOIE A I BRAVISSIMI Saiba mais QUEM SOMOS TRANSPARÊNCIA Estatuto I Bravissimi Acesse aqui ibravissimilondrina.org Maria Célia Faço parte da Associação I Bravissimi: além de aprender a língua Italiana, com professores competentes e que usam uma metodologia muito interessante, curto muito os filmes e palestras sobre a cultura, turismo e gastronomia dos meus ancestrais italianos. Minha gratidão, Célia Hauly. “Entidade de utilidade pública, sem fins lucrativos, com o propósito de estudar e divulgar a cultura italiana. ”

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